A PREVENÇÃO E A PRESERVAÇÃO DA
AMAZÔNIA SUSTENTÁVEL
 

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        CHAMADA DE TRABALHO - SENABOM
 

Prezados Bombeiros, Prevencionistas e demais profissionais da área:

Durante os últimos anos tivemos a oportunidade de observar excelentes trabalhos, alguns simples, outros mais elaborados, mas a maioria com resultados surpreendentes. Os profissionais brasileiros tem enorme capacidade, contando com boa vontade, criatividade, liderança, etc., na condução da prevenção de incêndio, combate, salvamento de vidas, atendimento de emergência, preservação do meio ambiente e do patrimônio e outro grande número de atividades que resultam na preservação da vida.

Temos a certeza que há muitos projetos, excelentes projetos e resultados fantásticos, sendo assim, estamos a sua procura. Você, esse profissional brilhante que levou a cabo um projeto dessa importância. Contamos com você, para divulgar esses trabalhos e permitir a outros profissionais, que batalham com os mesmos tipos de problemas e riscos, usufruir da qualidade das soluções já encontradas, implantadas e implementadas.

Então, perguntamos: onde estão os “cases” que apresentaram resultados fantásticos no serviço público e/ou nas empresas em que foram implantados?

Estamos lançando um grande desafio: venha apresentar seu(s) case(s) no X  SENABOM - Seminário Nacional de Bombeiros, que acontecerá em Belém (PA), no período de  24 A 27 de Novembro de 2008, no Centro de Convenção e Eventos da Amazônia, (Hangar) na AV. Dr. Freitas, s/n- Belém –Pará.

Sob a coordenação do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Pará será realizado o maior e mais conceituado evento prevencionista do Brasil. Neste ano o evento, que congrega três seminários, dois congressos e duas feiras, tem como tema principal “A PREVENÇÃO E A PRESERVAÇÃO DA AMAZÔNIA SUSTENTÁVEL” ocorrendo em um ambiente onde serão discutidos vários assuntos da atualidade no que tange à prevenção e combate a incêndio, ao salvamento de vidas, à preservação do meio ambiente e do patrimônio. O SENABOM consolida-se como um fórum de debates, troca de experiências e difusão de novas técnicas e equipamentos para os profissionais BOMBEIROS que atuam nesta área. O evento contará com a presença de renomados especialistas nacionais e internacionais que apresentarão trabalhos altamente técnicos e atuais, como a ação do Corpo de Bombeiros na Segurança Contra Incêndio e novas tecnologias em combate a incêndios, atendimento de emergência, equipamentos e materiais de combate a incêndio, salvamento e muitos outros.

Sua experiência e conhecimentos são fundamentais para traçarmos os rumos de avanço para as políticas prevencionistas de forma a aperfeiçoar o crescimento das atividades econômicas do país gerando tranqüilidade para todos os brasileiros.

Essa é a sua oportunidade para apresentar suas idéias, projetos e atividades, participando do mais importante encontro de profissionais Bombeiros.

Com objetivo de divulgar as melhores praticas e incentivar o intercâmbio entre profissionais, consultores, empresas privadas e públicas, pesquisadores, docentes e estudantes que atuam no planejamento, desenvolvimento, implantação e instrução das atividades dos profissionais Bombeiros, a organização do X SENABOM, convida-os a apresentarem cases que atendam às necessidades nacionais dentro das temáticas do evento sugeridas.

Belém, maio de 2008

Paulo Gerson Novaes de Almeida– CEL QOBM
Coordenador Estadual de Defesa Civil
Comandante Geral de CBMPA

I - SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO
Orientação, coordenação preparo e qualificação das ações continuadas do Profissional Bombeiro.

1 – COMBATE A INCÊNDIO:

1.1 – EDIFICAÇÕES VERTICAIS

1.1.1 – Sistemas de ventilação nas escadas enclausuradas – vantagens e desvantagens nos incêndios;
1.1.2 – Novas técnicas de combate com guarnições especializadas;
1.1.3 – Progressão em ambiente hostil;
1.1.4 – Novas técnicas de varreduras;
1.1.5 – Manobras no remanejamento de linhas;
1.1.6 – Ações conjugadas de combate e salvamento. 

1.2 – EDIFICAÇÕES HORIZONTAIS

1.2.1 – Ventilação forçada (vantagens e desvantagens);
1.2.2 – Novas táticas básicas de combate;
1.2.3 – Formação moderna da guarnição de incêndio;
1.2.4 – Bomba armar “um passado bem presente?”
1.2.5 – Manobras d”água no teatro de operações;
1.2.6 – O uso de equipamentos modernos para busca e resgate de vítimas em ambiente confinado por gases sem visibilidade (experiência real em evento danoso );
1.2.7 – A missão do empregado de hidrante ainda é real?;
1.2.8 – Equipe de busca e resgate “formação, especialidades, equipamentos e materiais “; 

1.3 – LOCAIS ABERTOS

1.3.1 – A direção do vento na efetividade do ataque. 

1.4 – FLORESTAIS

1.4.1 – A formação dos “Firestorm”;
1.4.2 – O Sistema de Comando em Incidentes no Incêndio Florestal;
1.4.3 – A Floresta Amazônica e os incêndios florestais;
1 4.4 – Sistemas de Comunicação na selva amazônica;
1.4.5 – Formas de detecção de incêndios florestais;
1.4.6 – Combustível, Clima e Topografia uma mistura que é fogo.
1.4.7 – Guarnições de Combate a Incêndio Florestal.
1.4.8 – O emprego de Helicóptero nas Operações de Combate a Incêndios Florestais. 

2 -  SALVAMENTO:

2.1 – SALVAMENTO VEICULAR.

2.1.1 – Cinemática do Trauma
2.1.2 - Técnicas e táticas de salvamento veicular em veículos leves
2.1.3 - Técnicas e táticas de salvamento veicular em veículos pesados;
2.1.4 - Ferramenta serra-sabre no salvamento terrestre;
2.1.5 - Estabilização de veículos no salvamento veicular;
2.1.6 - Encarceradores com o sistema Core: um avanço?

2.2 – SALVAMENTO EM ALTURA

2.2.1 – Equipamentos e Materiais para emprego nas ancoragens.
2.2.2 – Ancoragens e as suas doutrinas;
2.2.3 – Içamento de cargas (Técnicas avançadas, Equipamentos e Materiais;
2.2.4 – Novas técnicas na  Abordagem de Suicida;
2.2.5 – Gabinete de Gerenciamento de Crise em ocorrências com suicidas;
2.2.6 – O Perfil do Bombeiro Militar de Resgate Vertical;
2.2.7 – Aplicação, Emprego e Manutenção das cordas utilizadas pelo CB;
2.2.8 – Operações de salvamento com Helicóptero;
2.2.9 – Operações Conjugadas: Salvamento em Poço.
2.2.10 – Salvamento em Edificações Verticais durante combate a incêndio
2.2.11 – Doutrina de Nós e Amarras para o CB;
2.2.12 – Arvorismo
2.2.13 – EPI (equipamento de proteção individual) para o Bombeiro do Resgate Vertical. 

2.3 – SALVAMENTO TERRESTRE

2.3.1 – A qualidade no serviço de atendimento a pacientes psiquiátricos;
2.3.2 – Corte de Árvores protegidas por Lei;
2.3.3 – Captura de Animais (Novas técnicas, equipamentos e materiais)
2.3.4 – Retirada de animais de ambientes contaminados (Insalubres)
2.3.5 – Busca e Resgate de corpos em decomposição (Técnicas de contato, equipamentos, materiais e precauções);
2.3.6 – Atividades de Busca e Resgate em área de selva;
2.3.7 – A parceria do SIPAM (Sistema de Proteção da Amazôenia) com o CBM-PA em acidentes aeronáuticos;
2.3.8 – Abertura de Porta (Arrombamentos Autorizados);
2.3.9 – Retirada de vítimas de poço;
2.3.10 – A formação do Grupo de Busca e Resgate em Estruturas Colapsadas (Constituição, especialidades e emprego);
2.3.11 – Salvamento em Ambiente Confinado com emprego de Aparelhos de respiração autônoma;
2.3.12 – Aparelhos de força portáteis. 

2.4 – SALVAMENTO AQUÁTICO

2.4.1 – O emprego do quadriciclo na atividade de salvamento a afogados;
2.4.2 – Novas Técnicas de RCP;
2.4.3 – O emprego do helicóptero na atividade de salvamento aquático
2.4.4 – A doutrina de emprego do guarda vidas nas praias ;
2.4.5 – O uso do Jet Ski na atividade de salvamento aquático;
2.4.6 – Sistema de Comando em Incidentes em naufrágio de grandes embarcações com múltiplas vítimas;
2.4.7 – O emprego do pranchão na atividade de salvamento aquático;
2.4.8 – Novos equipamentos e materiais para atividade de prevenção e salvamento em balneários;
2.4.9 – Torres de Observação;
2.4.10 – Sinalização vertical terrestre e aquática de caráter prevencional;
2.4.11 – Operações Sub Aquáticas com equipamento autônomo;
2.4.12 – Operações Sub Aquáticas com equipamento dependente;
2.4.13 – Operações Sub Aquáticas sem visibilidade com sistemas de fonia;
2.4.14 – O Condicionamento Físico do Mergulhador e do Guarda Vida;
2.4.15 – Novas técnicas de reflutuação;
2.4.16 – A necessidade de Câmara Hiperbárica na atividade sub aquática
2.4.17 – A atividade de mergulho de resgate em ambiente de correntada constante;
2.4.18 – O Mergulho NITROX uma realidade operacional?
2.4.19 – Qual a técnica de mergulho mais eficiente em ambiente de correnteza e sem visibilidade mergulho autônomo ou dependente;
2.4.20 – A qualificação e treinamento dos mergulhadores em caso de acidentes de mergulho descompressivo.

II- ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR  

A excelência do APH: regulação médica, redução do tempo resposta, apoio logístico e qualificação continuada

1 - AÇÕES DO APH

1.1 - Retirada da Vítima de local confinado;
1.2 - Uso de motocicletas na redução do tempo resgate Experiência do Pará;
1.3 - Integração CBM-PA e SAMU metropolitano de Belém;
1.4 - A redução da jornada de trabalho no APH como fator de redução do estresse de equipe;
1.5 - Qualificação continuada no APH: fator de excelência ao serviço prestado;
1.6 - Atendimento ao politrauma;
1.7 - Manejo das vias aéreas;
1.8 - Suporte básico e avançado de vida;
1.9 - Desfibrilador automático externo;
1.10 - Resgate aeromédico no CBM-PA

III-PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO

Preservação: A ação que antecipa e evita eventos indesejáveis.

1 - AÇÕES PREVENTIVAS

1.1 - Prevenção contra incêndio florestal;
1.2 - Avaliação de estruturas metálicas sob o efeito de altas temperaturas;
1.3 - Regulamento de Segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de riscos;
1.4 - Intervenções, Adaptações, Conservação e Manutenção das edificações tombadas pelo patrimônio histórico;
1.5 - Formação e especialização de brigadas de incêndio;
1.6 - Conceito de eficiência do serviço preventivo de combate a incêndio e pânico;
1.7 - Novas tecnologias importadas e o mercado brasileiro;

1.7.1 - Chuveiro automático;
1.7.2 - Detecção e alarme;
1.7.3 - Materiais de proteção das estruturas;
1.7.4 - Equipamentos de proteção individual (EPI)para as ações de Bombeiros;
1.7.5 - Sistema de exaustão de fumaça;

IV-AÇÃO DO CORPO DE BOMBEIROS NA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

1.1 – Formação dos Oficiais Bombeiros nos Estados;

1.1.1 – Nivelamento do conhecimento;
1.1.2 – Características regionais;
1.1.3 – Formação Geral do Oficial;
1.1.4 – Especialização pós formação.

1.2 - Cursos de atualização;
1.3 – Infra-estrutura necessária para o serviço de Atividades técnicas;
1.4 - Serviço público de água;
1.5 - Troca de conhecimentos técnicos entre Corpos de Bombeiros;
1.6 – Serviços de pesquisas ( perícias);
1.7 - Estatísticas de incêndio e suas causas- o custo do incêndio no Brasil;
1.8 - Problemas e soluções na implantação do regulamento de segurança contra incêndio.
1.9 - Incêndios em Centros Históricos- experiências de Minas Gerais (palestrantes)    

V- TEMAS LIVRES  

  1. O acidente no metrô de São Paulo
  2. A importância do ar respirável na atividade de Bombeiro
  3. O emprego das câmeras de imagem térmica
  4. A manutenção do condicionamento físico do Bombeiro Militar para a atividade operacional
  5. Combate a incêndios em transformadores e geradores
  6. Operações Helitransportadas em Incêndios
  7. Evolução do incêndio em ambiente compartimentado
  8. Táticas avançadas de combate a incêndio urbano: água e espuma(combinação perfeita)
  9. Ventilação de pressão positiva: uma necessidade nos grandes incêndios
  10. Extintores de pó ABC: uma tendência?!
  11. Ignição de fumaça: Sérios riscos aos bombeiros.
  12. Estudos Científicos dos fenômenos: Flashover, backdraft e backdraught
  13. Operações de Mergulho com o emprego de Helicóptero
  14. A Qualificação continuada do Bombeiro para atingir a excelência na operacionalidade
  15. O emprego do sides scan em águas turvas
  16. Outros temas desenvolvidos - Trabalhos técnicos (projetos desenvolvidos e/ou implantados) e ferramentas de trabalho que tenham sido desenvolvidos e implantados para desenvolvimento das questões prevencionistas pertinentes a área.

VI - POSTER

Trabalhos técnicos (projetos desenvolvidos e/ou implantados) e ferramentas de trabalho que tenham sido desenvolvidos e implantados para desenvolvimento das questões prevencionistas na área.

ENCAMINHAMENTO E AVALIAÇÃO DOS CASES

Para apreciar os cases em cada uma das categorias será formada um Comitê de Avaliação dos Trabalhos do X SENABOM, exclusivo que será desfeito ao final do evento.

Inicialmente deverá ser encaminhada ao Comitê de Avaliação uma sinopse do(s) case(s) proposto(s). Será através dela que o trabalho será conhecido pelo Comitê.

A sinopse deverá conter, em uma lauda, todas as informações que o autor do trabalho julgar necessárias para avaliação do Comitê de Avaliação.

Posteriormente os cases escolhidos deverão ser encaminhados com, no máximo, 12 laudas, que contenham todos os elementos gráficos tais com tabelas, gráficos, fotos, texto, etc.

INSTRUÇÕES COMPLEMENTARES PARA OS AUTORES

  1. O idioma oficial do SENABOM é o português e, portanto, todos os trabalhos deverão ser entregues nesse idioma.
  2. A sinopse do(s) trabalho(s), inclusive os da categoria Temas Livres e Pôster deverão ser encaminhados a CBM-Pa (Corpo de Bombeiros Militar do Pará), até o dia 16/06/2008, pelo correio convencional (carta) ou eletrônico (e-mail).
  3. A sinopse não poderá ter o nome do autor e nenhuma outra informação que possa levar os membros do Comitê de Avaliação a identificá-lo. As sinopses, quando encaminhadas por carta deverão ter, separadas, informações que identifiquem o autor. No caso de correio eletrônico a sinopse deverá ser anexada ao documento que identifica o autor.
  4. A identificação do(s) autor(es) das sinopses deverão conter título(s) do(s) trabalho(s)  em letras maiúsculas, nome(s) completo(s) do(s) autor(es), nome da instituição e da cidade, texto incluindo objetivos, metodologia, resultado, conclusões e órgão financiador (quando houver) além da ficha de inscrição anexa a presente Chamada de Trabalho.
  5. Os autores não deverão, nesse primeiro momento, encaminhar os trabalhos a ABS. Isso somente ocorrerá após a aprovação do Comitê.
  6. A sinopse encaminhada deverá ser de, no máximo, uma lauda de papel A-4 (210 mm de largura por 297 mm de comprimento). Deverá ser usado o processador Word. A margem superior, inferior e esquerda deverá ser tabuladas em 30 mm. A margem direita deverá ter 20 mm. As letras serão Arial, estilo normal, tamanho 10. Essa mesma diagramação será usada, posteriormente, para apresentação dos trabalhos limitando-os, entretanto, a doze laudas.
  7. Cada autor poderá apresentar no máximo dois trabalhos, considerando-se as seis categorias sendo permitido que haja mais de um autor em cada um dos trabalhos, respeitando-se, entretanto, o limite de trabalhos definidos anteriormente. Cada trabalho deverá possuir sua ficha de inscrição separada.
  8. O(s) autor(es) do(s) trabalho(s) apresentado(s) terá(ao) direito a inscrição plena gratuita aos eventos do SENABOM. Os custos de transporte, alimentação e hospedagem do(s) autor(es) para apresentação do(s) trabalho(s), correrão por conta deste(s).
  9. Para apresentação de trabalho em pôster e temas livres será necessário que pelo menos um dos autores esteja inscrito no Congresso.  Uma vez aprovado o(s) trabalho(s) nessas categorias será concedido desconto de 50% (cinqüenta por cento) ao autor pagante;
  10. Cada pôster disporá de um espaço útil de 1m de largura por 1,20 m de altura, onde constará, obrigatoriamente, o título do trabalho, nome(s) dos(s) autor(es), instituição, objetivo, metodologia, resultados, conclusões e referências bibliográficas.
  11. Os trabalhos deverão ser encaminhados para os seguintes endereços:
  12. 1 - Por carta:

    QCG – CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO PARÁ
    At. Cel BM RR Raimundo Alexandre do Nascimento – Coordenador do X SENABOM.
    Av. Júlio César, nº 3000, esquina com Av. Pedro Álvares Cabral
    Val-de-Cans, CEP 66.615-055 – Belém-Pa

    2 - Por e-mail:

    senabom@cipanet.com.br
    At. Cel BM RR Raimundo Alexandre do Nascimento – Coordenador do X SENABOM.

  13. Quando a sinopse for enviada ao CBM do Pará por carta deverá ser em 03 vias (sendo 01 original e 02 cópias) até a data limite estabelecida pelo cronograma, juntamente com a ficha de inscrição e o disquete gravado no editor de texto determinado anteriormente.  O mesmo se aplicará, posteriormente, para envio dos trabalhos, quando solicitado.
  14. Quando a sinopse for enviada CBM do Pará por e-mail deverá obedecer ao que determina o subitem “3” da Instrução Complementar para os Autores.

CRONOGRAMA DE TRABALHO

ENVIO E RECEBIMENTO DE TRABALHOS

DATA

Recebimento da Ficha de Inscrição e das Sinópses
29/09/08

Comunicação do resultado ao(s) autor(es)

30/09/08

Recebimento dos trabalhos na íntegra

29/09/08

Realização do SENABOM

25 a 27/11/08

Título do Trabalho:
Autor(es):
Intituição/Empresa:
Cargo/Função:
Endereço:
Cidade:
Fone:
Celular:
E-mail:
Data: